Arquivo do mês: junho 2013

Reinvenção

Anda o sol pelas campinas e passeia a mão dourada pelas águas, pelas folhas… Ah! Tudo bolhas que vêm de fundas piscinas de ilusionismos… – mais nada. Mas a vida, a vida, a vida, a vida só é possível reinventada. … Continuar lendo

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Pois é, eu não disse “sim” pra ela…

“Aprendi o significado da palavra ‘saudade’: é o amor que fica” – Eva Wilma. Na sexta-feira, enquanto aguardava a “Cerimônia do Adeus” de Alice, deparei-me com essa frase solta (que me caiu bem), dentre tantas que eu pude ler na … Continuar lendo

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Você nunca virou passado

Você nunca virou passado e isso me agonia, me encolhe por dentro, desfoca meu olhar, me inferioriza; Você nunca virou passado e o que faço ao acordar é conviver com seu fantasma, com a idéia de um abraço que não … Continuar lendo

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Ele está acabando… quem repara?

Tinha um hábito desde criança: arrancar suas peles. Assim, como se seu corpo fosse uma fonte interminável de energia. Não é, ele já havia provado. Vão se os anéis ficam-se os dedos. Ele nunca usou anel, ou seja… só tinha … Continuar lendo

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O afeto que não me pertence

Quando o afeto se instala entre duas pessoas? Há partir de que momento se mensura a energia que une os corpos e não os tornam corpos em atritos? E como medir o grau do outro dentro de nós? À parte … Continuar lendo

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O gato tem sete vidas, o arco iris tem sete cores

O poema de Carneiro foi a primeira coisa que me veio a mente quando observei as fotos dele. Chamarei ele de ele, pois não sei seu nome, aonde mora, o que faz da vida. Só lembro que ele sorriu para … Continuar lendo

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Sem capa

Pode vir, sua bunda dizia. Assim mesmo, sem capa, sem proteção, sem aprisionamentos. Quero você assim, desnudo e intenso. Latejante e pulsante. Pele com pele, rosa com rosa. Sem capa é mais quente, lhe diziam sempre. Assim mesmo, aconchegante, colante, … Continuar lendo

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