Arquivo do mês: abril 2011

Se eu morrer amanhã…

… eu não me arrependo de nada. De certa forma fiz o que pude para conseguir o que queria. Mas simplesmente não deu. É fato: para algumas pessoas “não rola”; … fui feliz sim, em muitos, muitos momentos: quando conseguia … Continuar lendo

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Outros (con)textos para o “Réquiem…”(2)

…amar e ser amado era tudo o que eu queria, pertenço como nunca desde agora a essa insólita confraria dos enjeitados, dos proibidos, dos recusados pelo afeto, dos sem-sossego, dos intranquilos, dos inquietos, dos que se contorcem… Raduam Nassar (Lavoura … Continuar lendo

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Referências cinematográficas para o “Réquiem…”

Nada na vida é pior do que ser comum – Beleza Americana Você não sabe nada da perda. Porque ela só ocorre quando você ama algo mais que a si próprio – Gênio Indomável Você tem que aprender que o … Continuar lendo

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Os Dragões…

(…) Tudo apodrecia mais e mais, sem que eu percebesse, doído do impossível que era tê-lo. Atento somente a minha dor, que apodrecia também, cheirava mal. Então algum dos vizinhos batia à porta para saber se eu tinha morrido e … Continuar lendo

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Outros (con)textos para o “Réquiem…”

Relendo o primeiro caderno de anotações do Réquiem para um rapaz triste, me deparo com frases que não entraram na montagem, mas estão lá, como referências. Todas as frases neste post são retirada de contos de Caio Fernando Abreu (…) … Continuar lendo

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Público

Revendo as fotos que foram retiradas por Eduardo Caldas na apresentação no Teatro Dona Canô em Setembro de 2010, percebo que as fotos do público são tão interessantes quanto as que ele tirou da personagem. Foi uma das apresentações mais … Continuar lendo

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Pensando a parte

“As confissões são inventadas. Meus personagens foram maiores do que o enredo” – Carpinejar “(…) estamos vivendo um momento dramático, não só com o teatro: está havendo a mercantilização de tudo. Tudo virou produto. Me ligam dos jornais querendo saber … Continuar lendo

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